terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sempre há uma luz no fim do túnel...

Não haveria maneira melhor de começar a semana escrevendo e postando com uma maravilhosa vista panorâmica da Beira-Mar Norte, Florianópolis, com a notícia de que a segunda edição da Mostra Caixola deve, enfim, acontecer. Os visitantes mais assíduos devem ter visto o último post (removido) onde eu, André, anunciei o cancelamento da edição 2008 por falta de patrocínio.
Bem, na quinta-feira da semana passada, o Diretor da Fnac/Curitiba, Luís Apolônio, liga no meu celular, (quase não atendi pois aparecia um número bem diferente e estava entrando p/ fotografar um evento) e pergunta como andava o projeto. Respondi logo que havíamos cancelado a mostra neste ano e que estávamos trabalhando na viabilização do mesmo via lei de incentivo. Prontamente ele pediu para marcamos uma reunião onde pudéssemos discutir as possibilidades para a viabilização da Mostra Caixola. O Luís, além de colocar vários pontos de porque acreditava que era importante o projeto acontecer, faz algumas sugestões bastante interessantes, pois ele esteve pessoalmente no evento da primeira edição, o que facilitou bastante a argumentação sobre o projeto.
Feita a reunião e unindo as forças com mais parceiros, como a Lúmen FM, o grupo Outdoormídia e a Cinemateca de Curitiba, decidimos que vamos sim realizar a tão importante segunda edição. Anuncio que estamos abrindo as inscrições para todo o estado do Paraná e que a data da mostra oficial e da reapresentação, ambas na Cinemateca, acontecerão nos dias 21 e 22 de novembro.
Gostaria de finalizar este “longo” post agradecendo à aqueles que nos apóiam e sonham conosco, a Prof. Mônica Kaseker, nossa parceira, aos alunos sempre dispostos em fazer a coisa rolar, às pessoas que acreditam que projetos culturais têm sentindo e aos familiares.
Nos próximos dias estarei trazendo novidades sobre o projeto e o evento!!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Fotografias, aventuras e bom papo!!!


O fotojornalista Leandro Taques



Leandro Taques interagindo com os alunos de Jornalismo


Participação dos alunosn a palestra sobre
fotojornalismo em Pequim



A palestra do fotojornalista Leandro Taques foi muito bacana!! Estiveram presentes os alunos do 2º Jornalismo noturno, mais alguns estudantes da manhã, que participaram firme das discussões.
Com experiência de ter passado pelo Afeganistão, pela África (Angola) e agora, pela China, Taques contou sem receios sobre o seus processos de criação e sobre os aprendizados destas "viagens", sempre em busca de experiências e boas imagens.
As fotografias da China, cerca de 160, foram apresentadas ao som de uma trilha tradicionalmente chinesa e após a projeção o bombardeio de perguntas foi intenso, pois, ao final, tive que intervir e encerrar a atividade, pois já passava das 22:30 e tínhamos que sair do audiotório da PUCPR.
O evento contou com a presença do jornalista Marcos Rosa, do Pautasjp.com, que aproveitou o evento para fotografar e entrevistar o fotógrafo.
Para quem quiser saber um pouco mais sobre as reportagens da China, acesse:

www.blogdotaques.blogspot.com


Em meu nome, em nome da PUCPR e dos alunos das 3 turmas do 2º jornalismo, agradecemos ao Leandro Taques, pelo pronto atendimento e paciência em dividir os momentos do fotojornalismo paranaense em terras internacionais.

Abraço,

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Palestra: Fotojornalismo em Pequim

Olá pessoal, retomando nossas atividades, promovemos nesta quarta-feira, dia 17, às 20:30, na sala de projeção 117 do bloco do CCJS, a palestra com o fotojornalista Leandro Taques, sobre o tema Fotojornalismo em Pequim durante as Olimpíadas 2008.

Aguardamos a todos,
Abraço,

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Impressões e lições do Intercom 2008

Olá, como sugere a "cartilha" dos blog, vou tentar ser breve. Nosso objetivo no Congresso de Comunicação foi apresentar o artigo A busca de um novo sentido para ver e ouvir na construção audiofotográfica, e apresentar o projeto Mostra Caixola - Projeções audiofotográficas. A primeira aconteceu na noite de quinta-feira, dia 04, tivemos cerca de 11 apresentações distribuidas em dois GTs, nos enquadrávamos no GT audiovisual.
Fui o terceiro a apresentar, confesso que estava ansioso, pois nunca tinha passado pela experiência, porém, diante dos dois trabalhos anteriores fiquei bem tranquilo. Estes trabalhos foram apresentados por alunos ou recém-formados, mas que independente de suas condições apresentaram temas complexos demais para o tempo, cerca de 15 minutos. Na minha vez apresentei o artigo no melhor estilo econômico, fiz com que sobrasse tempo ao final, pulando slides e tentando tornar a linguagem audiofotográfica algo mais simples possível, não foi fácil. Puder perceber que muita gente interessou-se pelo tema, mas a maioria nunca havia ouvido falar sequer na Magnum!!
Assisti as demais apresentações da noite, pois somente após é que aconteceria o debate e esclarecimento das possíveis dúvidas. Surpresa, fui bombardeado de perguntas, mais curiosidades sobre o projeto que discussão ou considerações sobre o tema apresentado. Moral da história: todos devemos escrever artigos, sem medo, não há segredo, é mais difícil escrever que apresentar. Aos alunos, o negócio é pedir a orientação dos professores e encarar, nossos alunos têm condições sim de apresentar bons trabalhos, o que falta é estímulo tanto dos estudantes quanto dos professores.
Sobre o prêmio nacional do Expocom, categoria Áreas Emergentes, infelizmente não vencemos, perdemos para o projeto Café com Papo, da UFV (Universidade Federal de Viçosa). Na minha opinião duas coisas foram determinantes para o inssucesso, eu fui o único professor a apresentar um trabalho em toda a manhã (entre 4 categorias diferentes, na sala em que estávamos), algo que antecipei ao nosso grupo antes de sair de Curitiba. O outro fator foi a qualidade do projeto vencedor, um bom projeto, que está no seu terceiro ano de vida, já contando com apoio da Petrobrás e aprovado em lei de incentivo no valor de 150 mil reais. O que me faz pensar que projetos precisam de boas idéias, apoio institucional, visão, patrocínios
e empenho dos envolvidos, outro fator que deu gosto de ver no grupo vencedor!! Mais uma vez, o que disse ao vivo diante de todos, parabéns ao Café com Papo!!
A nós, resta trabalhar duro, não esperar as ajudas do céu, e cruzar o dedo para que o patrocinador da edição de 2008 apareça. Obrigado a todos aqueles que torceram e que de alguma forma emanaram as mais positivas energias!!

Para quem quiser saber mais sobre o Café com Papo:
www.cafecompapo.ufv.br

Até o próximo,

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Série cidade de Natal_post 03

Na tarde de quarta dei um pulinho até a Feira do Carrasco, no bairro da Quintas. Para minha surpresa percebi que muitas pessoas de Natal nunca ouviram falar da tal da feira ou nunca estiveram no local. Ao pedir informações de como chegava até lá a um policial, ele recoemndou que eu ficasse esperto e cuidasse do equipamento, pois a área não era das mais tranqüilas, ou seja, pensei, é barra pesada!! De qualquer forma, segui pra lá.
Esta feira eu compararia a Feira de São Joaquim, em Salvador, mas bem menor, e pelo contrário achei que fui bem recebido e passei por vários momentos de brincadeira com o pessoal, me chamando dizendo que queria aparecer no jornal, na revista, isto porque eu usava um colete para carregar todas as tralhas do dia; aqui se sai cedo e volta-se tarde, é preciso levar tudo para o dia.
Esta é uma boa dica para quem gosta de de viver experiências do povo local.


Feira do Carrasco, bairro da Quintas, Natal


Colorau, tempero típico



Bode, uma das carnes mais apreciadas no Rio Grande do Norte


Feirante, trabalha na feira desde os 10 anos



Karina e Júnior, mais de oito anos na feira e uma casamento de quebra!!



Pavão que tinha acabado de escapar e tava voando no meio da feira



Barracas e muita coisa vendida no chão

Abraço, amanhã é o dia da apresentação da Mostra Caixola, depois escrevo sobre a apresentação do artigo, que apresentei ontem à noite.

Série cidade de Natal_post 02

Ao lado do restaurante Seridó há um estreito corredor onde localiza-se a Casa do Cordel e seus poetas e xilogravuristas. Confesso que sou um apaixonado por estas artes, um pouco pela influência de meus familiares de origem alagoana. Ao entrar no pequeno corredor fui muito bem recebido pelo poeta Boquinha de Mel, um “cabra desenrolado”, muito atencioso que perguntou o que eu procurava. Disse-lhe que queria comprar uns cordéis para levar pro Sul. Papo vai, papo vem, ele perguntou o que eu fazia ali, disse que era fotografo e professor e que estava na cidade participando de um congresso.
Entre as milhares de histórias registradas neste belos livretos, senti que daria para fotografar. Foi quando chegou o dono do espaço, o poeta Abaeté, pai de um jovem famoso gravurista chamado Erik Lima, um homem de cara sisuda, mas com um coração daqeles, gente fina mesmo. Logo em seguida pedi para fazer uma foto e o Abaetá sugeriu que a fizemos na porta da “casa”, como se eles estivessem abrindo o espaço, naquele ritual diário. Gostei da idéia e começamos por aí...
Final da história, fiz boas imagens, comprei R$ 50,00 em xilo e ganhei uns 10 cordéis de brinde, dois deles autografados pelos autores, e de quebra ainda pude gravar com meu mp3 uma rima que ele fez em minha homenagem (tomara que tenha gravado mesmo, pois não consegui ouvir este áudio no meu aparelho!!!).


Poetas Abaeté e Boquinha de Mel, Casa do Cordel, Natal



Parede dos cordéis, desde autores locais até Leandro Gomes de Barros




Poeta Abaeté, o dono da casa




Paredes com matrizes de xilogravura



Boquinha de Mel autografando um de seus cordéis

Abraço, tem mais....

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Série cidade de Natal_post 01

Neste segundo post aqui de Natal, gostaria de começar comentando sobre a dificuldade de ficarmos sem conexão à internet. Nestes dois dias pude sentir o como somos “escravos” deste meio. Imaginava eu que conseguiria publicar um post por dia, mas não tendo internet na casa da pessoa em que estou hospedado, não tendo “wifi” disponível na maior parte do campus da UFRN, querendo fotografar a cidade e deslocando-se de ônibus (que diga-se de passagem, uma loucura!!), participando de algumas palestras e mesas de debates, tornou a atividade bem difícil mas não impossível. No dia de ontem, quarta, tentei novamente uma investida de fotografar a praia, o sol apareceu desta vez. Depois segui para o centro conhecer e fotografar as casas que abrigam boa parte das atividades culturais da capital potiguar. Parada no restaurante Seridó, self service de comidas típicas a 5 pilas, mas a carne era a garçonete quem servia controladissimamente!!!
No tradicional bairro da Ribeira, a parte antiga da cidade que abriga a maior parte do museus e teatros, lá fui até a Casa da Ribeira, tentar uma parceria para trazer a Mostra Caixola para Natal, mas a visita não foi tão boa e como sempre o problema é grana, recursos para viabilizarem a idéia, mas ainda não desisti.



Praia de Ponta Negra, Morro do Careca ao fundo


Pescadores distribuindo o peixe, o "marchant" leva o melhor para
revender e quem ajuda a empurrar a jangada ganha uma cortesia



Policial que pediu para eu sair da pedra em que fotografava,
imagina se não desci rapidinho depois que olhei o tamanho do oficial



Turistas na orla de Ponta Negra



Kili, surfista e artesão, talhando e ouvindo Racionais


Museu Alberto Maranhão, bairro da Ribeira, recém reurbanizado

Seguem novos posts imperdíveis!!
Abraço,